Fabio Stasiakarquivo LedsLife · 2007 — 2023marca encerrada

Quinze anos construindo equipamentos que dependem de luz.

Instrumentos de percussão iluminados, holofotes sem fio, um LASER que desenha o som, luz negra de palco, uma réplica funcional da Time Machine de De Volta Para o Futuro, pesquisa com luz verde e infravermelho no DSIF da Unicamp, uma câmara de desinfecção por ultravioleta validada pela Unicamp na pandemia, uma instalação robótica de três metros e, hoje, um irrigador automático. Esta página é o arquivo desse percurso.

Arquivo

Cada projeto, pelo comprimento de onda que ele usa.

A ordem é cronológica e o número à esquerda é a faixa do espectro em que o equipamento opera. Metade destes trabalhos nasceu no palco e metade no laboratório — os dois lados estão marcados, e a alternância entre eles não é acaso: é o mesmo conjunto de ferramentas resolvendo problemas de naturezas diferentes.

LEDs nos instrumentos da Bateria Alcalina

Pioneirismo em iluminar com LEDs os instrumentos de percussão de uma bateria — no caso a Bateria Alcalina da Unicamp, grupo conhecido no Brasil e fora dele. Iluminar instrumento que é percutido, carregado e desfilado impõe um problema de engenharia que refletor de palco não tem: fixação, alimentação e resistência a impacto contínuo.

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Do grupo nasceu o bloco de carnaval União Altaneira, em Barão Geraldo, Campinas, que hoje reúne mais de dez mil pessoas em seus desfiles. Os instrumentos iluminados são de uma época que muita gente ainda lembra.

Efeitos para a cena musical

Equipamentos sob medida para bandas como Macaco Bong, grupos de dança e artistas, com destaque para os shows da extinta Eletrogroove, de rock instrumental, groove e eletrônico. Boa parte do registro que ainda circula na web vem de gravações feitas pelo próprio público.

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A pré-história começou com o convite para criar objetos de palco e iluminar o grupo Alexei e a Banda Toda. Depois vieram gravações com a Banda de Argila e outras bandas, tudo no palco do Bar do Zé, em Barão Geraldo.

Foi aqui que entrou a luz negra, o ultravioleta em torno de 365 nm que não ilumina a cena mas faz o cenário e o figurino brilharem sozinhos. É o outro extremo do espectro em relação à câmara germicida — mesma família de radiação, efeito completamente diverso.

O palco do Eletrogroove era comandado por uma mesa de luz que construí do zero e batizamos de Black Pearl: madeira, potenciômetros, interruptores, LEDs indicadores e muita solda. Por dentro parecia caos; por fora, fazia tudo funcionar.

Black Pearl em operação durante o show
Black Pearl em operação durante o show
Interior da Black Pearl — a fiação que ninguém via
Interior da Black Pearl — a fiação que ninguém via

LEDspeaker

Caixa de som luminosa criada em parceria com Gabriel Ferreira, que trabalhou comigo até 2012. Registrada como modelo de utilidade.

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O que a distingue não é ter LED, e sim onde a luz aparece: o corpo inteiro da caixa é de plástico translúcido, iluminado por dentro com LEDs RGB que reagem ao som. A carcaça deixa de ser invólucro e vira o próprio difusor. Como efeito colateral do arranjo, a fiação interna projeta sombras sobre as paredes translúcidas, e esse desenho involuntário se move junto com a música.

A produção parou em cerca de catorze unidades. O registro seguiu, o produto não.

Quatro unidades acesas — o corpo inteiro difunde a luz
Quatro unidades acesas — o corpo inteiro difunde a luz
Os dois primeiros pares construídos
Os dois primeiros pares construídos

Holofotes sem fio para o Grupo do Trecho

Primeiro grupo de teatro a receber equipamento meu. Construí holofotes portáteis de alta potência com LEDs RGB e brancos, controle remoto e alimentação por bateria LiPo de drone — na prática, luz de palco que não depende de tomada nem de cabo.

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Isso muda o que a direção pode pedir. O refletor deixa de ser um ponto fixo na grade e passa a ser objeto de cena: o ator carrega, aponta, caminha com ele rua afora. A apresentação do grupo rendeu um Prêmio Revelação em 2009.

O Grupo do Trecho com os holofotes em cena, julho de 2009
O Grupo do Trecho com os holofotes em cena, julho de 2009
Os holofotes montados: RGB e brancos, prontos para entrega
Os holofotes montados: RGB e brancos, prontos para entrega

LASER Boing

Um feixe de LASER verde incide sobre um espelho muito fino e leve, colado a uma membrana flexível. A membrana vibra com a onda sonora do instrumento, o espelho inclina junto e o feixe refletido desenha no ar uma figura que responde ao som — parente próxima das curvas de Lissajous, do físico que descreveu a composição de dois movimentos oscilatórios perpendiculares.

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O que torna isso diferente de um projetor sincronizado por software é que não há sincronização nenhuma: o desenho é o som, por via mecânica direta. A guitarra move o espelho.

Estreou no Futurível, no Auditório Ibirapuera, em novembro de 2010 — espetáculo com Gilberto Gil e vários outros artistas. Na foto, Bruno Kayapy, do Macaco Bong, tocando dentro do feixe gerado pela própria guitarra.

Bruno Kayapy no Futurível, banhado pelo feixe que sua guitarra desenhava
Bruno Kayapy no Futurível, banhado pelo feixe que sua guitarra desenhava
O aparato do LASER Boing, com a marca LedsLife na lateral
O aparato do LASER Boing, com a marca LedsLife na lateral

Luz verde contra a opacidade da água

O problema de partida: desinfetar efluente hospitalar com ultravioleta é ineficiente porque o UV tem transmitância baixa em meio aquoso — ele é absorvido nos primeiros milímetros e não alcança o volume. A hipótese, orientada pelo Professor Vitor Baranauskas no DSIF, era contornar isso pelo comprimento de onda.

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A ideia era elegante: 532 nm é exatamente o dobro de 266 nm, que fica sobre o pico de absorção dos ácidos nucleicos. Se dois fótons verdes fossem absorvidos simultaneamente por uma mesma molécula, o efeito seria equivalente ao de um fóton ultravioleta — e o verde atravessa a água com folga. O experimento usou LEDs verdes de alta potência sobre células em meio de cultura.

Não foi observado efeito nocivo, em nenhum dos tempos de exposição testados. A absorção a dois fótons exige densidade instantânea de fótons muito acima do que uma fonte incoerente entrega, por mais potente que seja. O resultado foi negativo e está registrado como tal. A parte microbiológica contou com a Professora Elisabeth Pelosi, então responsável pelo departamento de microbiologia da FATEC de Sorocaba.

Nanotubos de carbono e células tumorais

Protótipo de equipamento para aplicação de luz no infravermelho e infravermelho próximo em pesquisa de combate ao câncer, sobre células tumorais em metástase associadas a nanotubos de carbono. Os nanotubos eram produzidos pelo próprio Professor Vitor Baranauskas no DSIF e fornecidos à Professora Elaine Oliveira, da Unicamp e da FATEC de Sorocaba.

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O infravermelho próximo é usado nesse tipo de trabalho justamente porque atravessa tecido biológico melhor do que a luz visível — a lógica é a mesma que motivou o experimento com verde, aplicada a outro alvo.

Teatro Oficina

Convite para construir os equipamentos de efeitos especiais com LED e LASER das montagens do Teatro Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa, em São Paulo. Três anos operando em um espaço onde a luz não ilumina a cena — ela é parte da cena, e precisa atravessar temporada inteira sem falhar.

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O trabalho mais extenso foi em Acordes, de 2012, sobre Santos Dumont, para a qual construí os objetos luminosos de cena. O maior deles: uma pista de pouso de mais de quarenta metros, com LEDs em sequência marcando o movimento e indicando a posição do pouso.

O menor era o mais delicado. O coração de Santos Dumont — uma máquina com LED vermelho ao centro, carregada pelo ator que interpretava o pai da aviação, pulsando como um coração acelerado. O ritmo não foi escolha minha: foi compassado exatamente como Caterine, assessora de Zé Celso, pediu. É o tipo de ajuste em que a engenharia serve à dramaturgia, e não o contrário.

A cena do voo do 14-Bis foi filmada por um dos cinegrafistas do teatro, com GoPro, e entrou na gravação do DVD da montagem. Acontecia assim em cada apresentação, temporada inteira.

▶ Vôo do 14-Bis — Acordes, Teatro Oficina
A pista de pouso de mais de quarenta metros atravessando o Teatro Oficina
A pista de pouso de mais de quarenta metros atravessando o Teatro Oficina
O coração de Santos Dumont em cena, pulsando em vermelho
O coração de Santos Dumont em cena, pulsando em vermelho

Cinema em Paulínia

Artefatos para gravação de longas no polo cinematográfico de Paulínia e efeitos especiais em curtas-metragens. Luz para câmera é outro ofício: o que importa não é como a plateia enxerga, e sim o que o sensor registra — temperatura de cor, ausência de cintilação e sincronismo passam a mandar no projeto.

Com Roberto Bieto: a galeria e a rua

Anos de parceria com o artista plástico Roberto Bieto, de quem me tornei amigo próximo. O ápice foi a exposição Brincando com Coisa Séria, na galeria A7MA, em São Paulo, onde montei toda a estrutura de luz das obras.

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A ideia não era o efeito genérico que controlador RGB entrega — aquela transição suave entre matizes que não diz nada sobre a obra. Era alternância deliberada entre vermelho, verde, azul e, em certos momentos, violeta, calculada para ativar seletivamente os pigmentos que o Bieto tinha posto na tela. Cada troca de cor acende uma parte do quadro e apaga outra. A pintura não é iluminada: ela se move.

Em uma das obras usei LASER violeta sobre material fosforescente, e aí o visitante vira autor — desenha com luz sobre a superfície, que retém o traço por alguns segundos antes de apagar.

Obra do Bieto sob a alternância de cores na A7MA
Obra do Bieto sob a alternância de cores na A7MA
LASER violeta sobre material fosforescente: o público desenhando com luz
LASER violeta sobre material fosforescente: o público desenhando com luz

Da galeria a parceria foi para a rua. Junto com a Brilia, que cedeu as luminárias e as fitas de LED, assinamos o que a imprensa chamou de primeiro grafite de LED do Brasil — na Vila Butantan, entrada da Rua Lemos Monteiro, zona oeste de São Paulo. A luz não ilumina o muro de fora: está embutida no traço, e faz as formas do Bieto parecerem um organismo vivo. A obra continua lá.

Houve ainda um terceiro capítulo, corporativo: uma instalação num edifício operacional do Itaú, em São Paulo, com quatro grafites dele nos halls de elevadores e oito Luminárias Urutau que ele fez questão de especificar.

Time Machine — DeLorean 1981

Réplica completa da máquina do tempo de De Volta Para o Futuro, construída sobre um DeLorean DMC-12 de 1981. Milhares de peças, referência visual que qualquer pessoa que viu o filme conhece de cor e nenhuma margem para aproximação.

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O carro apareceu na Rede Globo, na Rede Record e em produções do canal Porta dos Fundos. Hoje pertence ao Museu do Carro Antigo de São Roque, em São Paulo, vendido por mais de um milhão de reais.

Luminária Urutau

Primeiro produto próprio, saindo do trabalho sob encomenda para algo reproduzível. Apresentada em estande próprio na Expolux 2018, em São Paulo.

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A instalação mais significativa veio por convite do Roberto Bieto, para um edifício operacional do Itaú em São Paulo. Ele assinou quatro grafites nos quatro halls de elevadores do térreo e especificou oito Urutaus como parte da obra — construí e entreguei as oito. Convém registrar o que isso significa: a luminária não foi escolhida por um comprador procurando iluminação, foi escolhida por um artista como elemento de uma instalação, num prédio onde havia painéis de LED sendo instalados ao lado. Ela passou no teste mais difícil que um objeto de luz enfrenta, que é conviver com outros.

Câmara Germicida Portátil

Equipamento de desinfecção de objetos por ultravioleta germicida, construído nas primeiras semanas da pandemia. Fui o primeiro a chegar com um protótipo para teste no Laboratório de Virologia Animal da Professora Clarice Arns, um dos poucos pontos da Unicamp que seguiu aberto durante o lockdown, justamente por estar estudando formas de enfrentar a Covid-19. A Professora e suas colaboradoras conduziram os testes.

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Depois disso passei a ser chamado com frequência para avaliar tecnicamente soluções de UVGI que chegavam à universidade vindas de empresas. Fiz isso sem cobrar, por entender que era hora de contribuir. Houve duas consultorias remuneradas: o retrofit de um equipamento de ar condicionado hospitalar para a EGEAR, em São Paulo, e uma avaliação geral sobre uso de UVGI para a direção de uma instituição de ensino superior.

A câmara nunca foi comercializada em escala. É o objeto da dissertação de mestrado que estou concluindo agora — e, no fundo, o retorno ao caminho direto depois que o atalho pelo verde não se confirmou, quinze anos antes.

Houve duas versões: a de alumínio, com intertravamento de segurança, e uma improvisada em papelão forrado, divulgada para quem quisesse reproduzir. As duas foram ao ar na imprensa em maio de 2020 — a de papelão na TV Record Campinas, a de alumínio no Jornal da Tarde da TV Cultura, que mostrou o laudo do LAV validando o método.

O protótipo em alumínio manuseado no Laboratório de Virologia Animal
O protótipo em alumínio dentro do LAV, durante os testes
→ Projeto, geometria, segurança e as reportagens completas

InstInt — instalação robótica de três metros

Convite da Professora Maria Cecília Calani Baranauskas, do Instituto de Computação da Unicamp, que me conhecia através do Professor Vitor, seu marido. A partir de uma maquete feita por alunos de pós-graduação, construí o equipamento em escala humana: três metros de altura, forma pouco convencional — algo entre cogumelo e água-viva — com movimento de rotação, luzes, som, projeção e sensores.

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A instalação permite que crianças e adultos criem composições sonoras tocando faixas de luz que representam instrumentos musicais. É produto do projeto Sistemas Socioenativos, financiado pela FAPESP, e está exposta até hoje no Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Nas publicações acadêmicas do projeto, a LedsLife aparece creditada na construção.

O InstInt em operação no Museu Exploratório de Ciências
O InstInt em operação no Museu Exploratório de Ciências

Sobre o nome

O nome diz LED. O trabalho é mais largo que isso.

A marca nasceu em 2008, quando LED era de fato o assunto. Quinze anos depois, o arquivo acima atravessa o espectro bem além dele — e o projeto mais conhecido desta lista, a Câmara Germicida, não usa LED nenhum. Usa lâmpada de vapor de mercúrio a baixa pressão. Algumas pessoas supuseram o contrário na época, e a suposição nunca partiu de mim.

Luz negra
365 nmCenário e figurino brilhando sozinhos no palco
Verde
532 nmLASER de cena, e a tentativa de atravessar a água
Infravermelho
850 nmAlcançando tecido biológico na pesquisa oncológica
Germicida
253,7 nmDestruindo material genético dentro da câmara

Quatro problemas de naturezas completamente diferentes, uma única variável: o comprimento de onda. É o que o eixo no topo desta página mostra de uma vez — e é a razão de o arquivo estar organizado por nanômetro, e não por cliente ou por setor.

A explicação técnica de por que a câmara usa vapor de mercúrio, e não LED UV-C, está na página dedicada ao equipamento, junto com a geometria, o intertravamento de segurança e o cuidado com ozônio.

Onde estou agora

O arquivo termina aqui. O trabalho, não.

A marca LedsLife foi aposentada. Os projetos em andamento seguem cada um com seu próprio nome e seu próprio endereço.

Aguatudo

Irrigação automática com sensor de chuva embutido, que interrompe o ciclo em dias chuvosos e economiza água. Engates rápidos para instalação sem ferramenta, carcaça de alumínio e vidro resistente a sol e chuva, e LEDs indicando o estado do aparelho. É o projeto em que estou mais engajado hoje. O vídeo de apresentação tem Mullets, da banda Macaco Bong, usada com autorização.

aguatudo.com.br →

Luminária Urutau

A luminária apresentada na Expolux 2018 continua existindo como produto — oito unidades já instaladas em obra do artista Roberto Bieto para o Itaú, em São Paulo. O vídeo tem Berimbau Blues, de Dinho Nascimento, cedida pelo próprio artista.

luminariaurutau.com.br →

Mestrado em andamento

Matriculado na FEEC/Unicamp, sob orientação do Professor Luiz Carlos Kretly, concluindo a dissertação sobre o uso de UV-C na desinfecção de objetos, a partir da Câmara Germicida Portátil.

FEEC · Unicamp

Abinfo e Latin Display

Desde 2015 faço parte da Associação Brasileira de Informática, em Campinas, mantida pela Professora Alaíde Pellegrini Mammana e pelo Professor Carlos Mammana. A Professora Alaíde dirige o capítulo latino-americano da Society for Information Display e coordena o Latin Display, maior evento de tecnologia de mostradores da América Latina — onde participei algumas vezes como palestrante, representando a LedsLife.

desde 2015

Sobre o nome

Existe um grupo artístico homônimo no México, sem qualquer relação com este trabalho. A marca LedsLife foi registrada por mim no Brasil nas classes 42 e na correspondente a equipamentos, e está sendo aposentada por escolha própria.

Contato

Consultoria em UVGI e desinfecção por ultravioleta, ou qualquer assunto relacionado aos projetos deste arquivo: stasiak@ledslife.com.br. Para irrigação, escreva pelo site do Aguatudo.

Nada disso teria existido sem o Professor Vitor Baranauskas, que me orientou no DSIF e me ensinou o que eu precisaria saber sobre ultravioleta muitos anos antes de eu descobrir para que serviria. E sem a Professora Elisabeth Pelosi, que abriu o laboratório de microbiologia da FATEC quando eu tinha só uma hipótese e nenhum resultado.

Vitor Baranauskas
Elisabeth Pelosi