Quinze anos construindo equipamentos que dependem de luz.
Instrumentos de percussão iluminados, holofotes sem fio, um LASER que desenha o som,
luz negra de palco, uma réplica funcional
da Time Machine de De Volta Para o Futuro, pesquisa com luz verde e infravermelho
no DSIF da Unicamp, uma câmara de desinfecção por ultravioleta validada pela Unicamp na pandemia,
uma instalação robótica de três metros e, hoje, um irrigador automático.
Esta página é o arquivo desse percurso.
faixa visível
200 nmfaixa visível: 380 — 700 nm1000 nm
Arquivo
Cada projeto, pelo comprimento de onda que ele usa.
A ordem é cronológica e o número à esquerda é a faixa do espectro em que o equipamento
opera. Metade destes trabalhos nasceu no palco e metade no laboratório — os dois lados
estão marcados, e a alternância entre eles não é acaso: é o mesmo conjunto de ferramentas
resolvendo problemas de naturezas diferentes.
450–630 nmLED visíveldesde 2007cena
LEDs nos instrumentos da Bateria Alcalina
Pioneirismo em iluminar com LEDs os instrumentos de percussão de uma bateria — no caso
a Bateria Alcalina da Unicamp, grupo conhecido no Brasil e fora dele. Iluminar
instrumento que é percutido, carregado e desfilado impõe um problema de engenharia
que refletor de palco não tem: fixação, alimentação e resistência a impacto contínuo.
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Do grupo nasceu o bloco de carnaval União Altaneira, em Barão Geraldo, Campinas,
que hoje reúne mais de dez mil pessoas em seus desfiles. Os instrumentos iluminados
são de uma época que muita gente ainda lembra.
Bateria Alcalina
União Altaneira
Barão Geraldo
365–630 nmluz negra + LED2008 — 2012cena
Efeitos para a cena musical
Equipamentos sob medida para bandas como Macaco Bong, grupos de dança e artistas, com destaque para os
shows da extinta Eletrogroove, de rock instrumental, groove e eletrônico. Boa parte do
registro que ainda circula na web vem de gravações feitas pelo próprio público.
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A pré-história começou com o convite para criar objetos de palco e iluminar o grupo
Alexei e a Banda Toda. Depois vieram gravações com a Banda de Argila e outras bandas,
tudo no palco do Bar do Zé, em Barão Geraldo.
Foi aqui que entrou a luz negra, o ultravioleta em torno de 365 nm que não ilumina
a cena mas faz o cenário e o figurino brilharem sozinhos. É o outro extremo do
espectro em relação à câmara germicida — mesma família de radiação, efeito
completamente diverso.
O palco do Eletrogroove era comandado por uma mesa de luz que construí do zero e
batizamos de Black Pearl: madeira, potenciômetros, interruptores, LEDs indicadores e
muita solda. Por dentro parecia caos; por fora, fazia tudo funcionar.
Black Pearl em operação durante o showInterior da Black Pearl — a fiação que ninguém via
Eletrogroove
Black Pearl
Bar do Zé
UV-A · 365 nm
450–630 nmLED RGB reativo a som2009produto
LEDspeaker
Caixa de som luminosa criada em parceria com Gabriel Ferreira, que trabalhou comigo
até 2012. Registrada como modelo de utilidade.
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O que a distingue não é ter LED, e sim onde a luz aparece: o corpo inteiro da caixa é
de plástico translúcido, iluminado por dentro com LEDs RGB que reagem ao som. A carcaça
deixa de ser invólucro e vira o próprio difusor. Como efeito colateral do arranjo, a
fiação interna projeta sombras sobre as paredes translúcidas, e esse desenho involuntário
se move junto com a música.
A produção parou em cerca de catorze unidades. O registro seguiu, o produto não.
Quatro unidades acesas — o corpo inteiro difunde a luzOs dois primeiros pares construídos
Gabriel Ferreira
modelo de utilidade
difusão pelo corpo
450–630 nmLED RGB e branco · sem fio2009cena
Holofotes sem fio para o Grupo do Trecho
Primeiro grupo de teatro a receber equipamento meu. Construí holofotes portáteis de
alta potência com LEDs RGB e brancos, controle remoto e alimentação por bateria LiPo
de drone — na prática, luz de palco que não depende de tomada nem de cabo.
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Isso muda o que a direção pode pedir. O refletor deixa de ser um ponto fixo na grade e
passa a ser objeto de cena: o ator carrega, aponta, caminha com ele rua afora. A
apresentação do grupo rendeu um Prêmio Revelação em 2009.
O Grupo do Trecho com os holofotes em cena, julho de 2009Os holofotes montados: RGB e brancos, prontos para entrega
Grupo do Trecho
bateria LiPo
Prêmio Revelação 2009
532 nmLASER verde + membrana acústica2010cena
LASER Boing
Um feixe de LASER verde incide sobre um espelho muito fino e leve, colado a uma membrana
flexível. A membrana vibra com a onda sonora do instrumento, o espelho inclina junto e o
feixe refletido desenha no ar uma figura que responde ao som — parente próxima das curvas
de Lissajous, do físico que descreveu a composição de dois movimentos oscilatórios
perpendiculares.
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O que torna isso diferente de um projetor sincronizado por software é que não há
sincronização nenhuma: o desenho é o som, por via mecânica direta. A guitarra
move o espelho.
Estreou no Futurível, no Auditório Ibirapuera, em novembro de 2010 — espetáculo com
Gilberto Gil e vários outros artistas. Na foto, Bruno Kayapy, do Macaco Bong, tocando
dentro do feixe gerado pela própria guitarra.
Bruno Kayapy no Futurível, banhado pelo feixe que sua guitarra desenhavaO aparato do LASER Boing, com a marca LedsLife na lateral
Futurível
Auditório Ibirapuera
curvas de Lissajous
Macaco Bong
532 nmLED verde de alta potênciapesquisa · DSIFpesquisa
Luz verde contra a opacidade da água
O problema de partida: desinfetar efluente hospitalar com ultravioleta é ineficiente
porque o UV tem transmitância baixa em meio aquoso — ele é absorvido nos primeiros
milímetros e não alcança o volume. A hipótese, orientada pelo Professor Vitor
Baranauskas no DSIF, era contornar isso pelo comprimento de onda.
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A ideia era elegante: 532 nm é exatamente o dobro de 266 nm, que fica
sobre o pico de absorção dos ácidos nucleicos. Se dois fótons verdes fossem absorvidos
simultaneamente por uma mesma molécula, o efeito seria equivalente ao de um fóton
ultravioleta — e o verde atravessa a água com folga. O experimento usou LEDs verdes
de alta potência sobre células em meio de cultura.
Não foi observado efeito nocivo, em nenhum dos tempos de exposição testados. A absorção
a dois fótons exige densidade instantânea de fótons muito acima do que uma fonte
incoerente entrega, por mais potente que seja. O resultado foi negativo e está registrado
como tal. A parte microbiológica contou com a Professora Elisabeth Pelosi, então
responsável pelo departamento de microbiologia da FATEC de Sorocaba.
Protótipo de equipamento para aplicação de luz no infravermelho e infravermelho próximo
em pesquisa de combate ao câncer, sobre células tumorais em metástase associadas a
nanotubos de carbono. Os nanotubos eram produzidos pelo próprio Professor Vitor
Baranauskas no DSIF e fornecidos à Professora Elaine Oliveira, da Unicamp e da FATEC
de Sorocaba.
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O infravermelho próximo é usado nesse tipo de trabalho justamente porque atravessa
tecido biológico melhor do que a luz visível — a lógica é a mesma que motivou o
experimento com verde, aplicada a outro alvo.
nanotubos de carbono
NIR
Unicamp · FATEC
532 nmLASER + LED + luz negra2012 — 2015cena
Teatro Oficina
Convite para construir os equipamentos de efeitos especiais com LED e LASER das
montagens do Teatro Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa, em São Paulo. Três anos
operando em um espaço onde a luz não ilumina a cena — ela é parte da cena, e precisa
atravessar temporada inteira sem falhar.
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O trabalho mais extenso foi em Acordes, de 2012, sobre Santos Dumont, para a qual construí
os objetos luminosos de cena. O maior deles: uma pista de pouso de mais de quarenta
metros, com LEDs em sequência marcando o movimento e indicando a posição do pouso.
O menor era o mais delicado. O coração de Santos Dumont — uma máquina com LED
vermelho ao centro, carregada pelo ator que interpretava o pai da aviação, pulsando como
um coração acelerado. O ritmo não foi escolha minha: foi compassado exatamente como
Caterine, assessora de Zé Celso, pediu. É o tipo de ajuste em que a engenharia serve à
dramaturgia, e não o contrário.
A cena do voo do 14-Bis foi filmada por um dos cinegrafistas do teatro, com GoPro, e
entrou na gravação do DVD da montagem. Acontecia assim em cada apresentação, temporada
inteira.
A pista de pouso de mais de quarenta metros atravessando o Teatro OficinaO coração de Santos Dumont em cena, pulsando em vermelho
Acordes · 2012
14-Bis
LASER cênico
São Paulo
Espectro plenoefeitos para câmeraperíodo do Oficinacena
Cinema em Paulínia
Artefatos para gravação de longas no polo cinematográfico de Paulínia e efeitos
especiais em curtas-metragens. Luz para câmera é outro ofício: o que importa não é
como a plateia enxerga, e sim o que o sensor registra — temperatura de cor, ausência
de cintilação e sincronismo passam a mandar no projeto.
Polo de Cinema de Paulínia
curtas-metragens
400–630 nmR, G, B e violeta · fita de LEDA7MA e Vila Butantancena
Com Roberto Bieto: a galeria e a rua
Anos de parceria com o artista plástico Roberto Bieto, de quem me tornei amigo próximo.
O ápice foi a exposição Brincando com Coisa Séria, na galeria A7MA, em São Paulo,
onde montei toda a estrutura de luz das obras.
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A ideia não era o efeito genérico que controlador RGB entrega — aquela transição suave
entre matizes que não diz nada sobre a obra. Era alternância deliberada entre vermelho,
verde, azul e, em certos momentos, violeta, calculada para ativar seletivamente os
pigmentos que o Bieto tinha posto na tela. Cada troca de cor acende uma parte do quadro e
apaga outra. A pintura não é iluminada: ela se move.
Em uma das obras usei LASER violeta sobre material fosforescente, e aí o visitante vira
autor — desenha com luz sobre a superfície, que retém o traço por alguns segundos antes
de apagar.
Obra do Bieto sob a alternância de cores na A7MALASER violeta sobre material fosforescente: o público desenhando com luz
Da galeria a parceria foi para a rua. Junto com a Brilia, que cedeu as luminárias e as
fitas de LED, assinamos o que a imprensa chamou de primeiro grafite de LED do
Brasil — na Vila Butantan, entrada da Rua Lemos Monteiro, zona oeste de São
Paulo. A luz não ilumina o muro de fora: está embutida no traço, e faz as formas do
Bieto parecerem um organismo vivo. A obra continua lá.
Houve ainda um terceiro capítulo, corporativo: uma instalação num edifício operacional do
Itaú, em São Paulo, com quatro grafites dele nos halls de elevadores e oito Luminárias
Urutau que ele fez questão de especificar.
Roberto Bieto
Galeria A7MA
Vila Butantan
Brilia
primeiro grafite de LED do Brasil
Espectro plenoréplica funcional2015 — 2016cena
Time Machine — DeLorean 1981
Réplica completa da máquina do tempo de De Volta Para o Futuro, construída sobre
um DeLorean DMC-12 de 1981. Milhares de peças, referência visual que qualquer pessoa
que viu o filme conhece de cor e nenhuma margem para aproximação.
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O carro apareceu na Rede Globo, na Rede Record e em produções do canal Porta dos Fundos.
Hoje pertence ao Museu do Carro Antigo de São Roque, em São Paulo, vendido por mais de
um milhão de reais.
DMC-12
Museu do Carro Antigo
São Roque · SP
450–630 nmLEDs digitais2018produto
Luminária Urutau
Primeiro produto próprio, saindo do trabalho sob encomenda para algo reproduzível.
Apresentada em estande próprio na Expolux 2018, em São Paulo.
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A instalação mais significativa veio por convite do Roberto Bieto, para um edifício
operacional do Itaú em São Paulo. Ele assinou quatro grafites nos quatro halls de
elevadores do térreo e especificou oito Urutaus como parte da obra —
construí e entreguei as oito. Convém registrar o que isso significa: a luminária não foi
escolhida por um comprador procurando iluminação, foi escolhida por um artista como
elemento de uma instalação, num prédio onde havia painéis de LED sendo instalados ao
lado. Ela passou no teste mais difícil que um objeto de luz enfrenta, que é conviver com
outros.
Expolux 2018
Itaú · São Paulo
Roberto Bieto
oito unidades
253,7 nmUV-C · vapor de mercúrio2020 — 2021pesquisa
Câmara Germicida Portátil
Equipamento de desinfecção de objetos por ultravioleta germicida, construído nas
primeiras semanas da pandemia. Fui o primeiro a chegar com um protótipo para teste no
Laboratório de Virologia Animal da Professora Clarice Arns, um dos poucos pontos da
Unicamp que seguiu aberto durante o lockdown, justamente por estar estudando
formas de enfrentar a Covid-19. A Professora e suas colaboradoras conduziram os testes.
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Depois disso passei a ser chamado com frequência para avaliar tecnicamente soluções de
UVGI que chegavam à universidade vindas de empresas. Fiz isso sem cobrar, por entender
que era hora de contribuir. Houve duas consultorias remuneradas: o retrofit de
um equipamento de ar condicionado hospitalar para a EGEAR, em São Paulo, e uma avaliação
geral sobre uso de UVGI para a direção de uma instituição de ensino superior.
A câmara nunca foi comercializada em escala. É o objeto da dissertação de mestrado que
estou concluindo agora — e, no fundo, o retorno ao caminho direto depois que o atalho
pelo verde não se confirmou, quinze anos antes.
Houve duas versões: a de alumínio, com intertravamento de segurança, e uma improvisada em
papelão forrado, divulgada para quem quisesse reproduzir. As duas foram ao ar na imprensa
em maio de 2020 — a de papelão na TV Record Campinas, a de alumínio no Jornal da
Tarde da TV Cultura, que mostrou o laudo do LAV validando o método.
O protótipo em alumínio dentro do LAV, durante os testes
Convite da Professora Maria Cecília Calani Baranauskas, do Instituto de Computação da
Unicamp, que me conhecia através do Professor Vitor, seu marido. A partir de uma maquete
feita por alunos de pós-graduação, construí o equipamento em escala humana: três metros
de altura, forma pouco convencional — algo entre cogumelo e água-viva — com movimento de
rotação, luzes, som, projeção e sensores.
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A instalação permite que crianças e adultos criem composições sonoras tocando faixas de
luz que representam instrumentos musicais. É produto do projeto Sistemas Socioenativos,
financiado pela FAPESP, e está exposta até hoje no Museu Exploratório de Ciências da
Unicamp. Nas publicações acadêmicas do projeto, a LedsLife aparece creditada na
construção.
O InstInt em operação no Museu Exploratório de Ciências
IC · Unicamp
FAPESP
Museu Exploratório de Ciências
Sobre o nome
O nome diz LED. O trabalho é mais largo que isso.
A marca nasceu em 2008, quando LED era de fato o assunto. Quinze anos depois, o arquivo
acima atravessa o espectro bem além dele — e o projeto mais conhecido desta lista,
a Câmara Germicida, não usa LED nenhum. Usa lâmpada de vapor de mercúrio
a baixa pressão. Algumas pessoas supuseram o contrário na época, e a suposição nunca partiu
de mim.
Luz negra
365 nmCenário e figurino brilhando sozinhos no palco
Verde
532 nmLASER de cena, e a tentativa de atravessar a água
Infravermelho
850 nmAlcançando tecido biológico na pesquisa oncológica
Germicida
253,7 nmDestruindo material genético dentro da câmara
Quatro problemas de naturezas completamente diferentes, uma única variável: o comprimento
de onda. É o que o eixo no topo desta página mostra de uma vez — e é a razão de o arquivo
estar organizado por nanômetro, e não por cliente ou por setor.
A explicação técnica de por que a câmara usa vapor de mercúrio, e não LED UV-C, está na
página dedicada ao equipamento,
junto com a geometria, o intertravamento de segurança e o cuidado com ozônio.
Onde estou agora
O arquivo termina aqui. O trabalho, não.
A marca LedsLife foi aposentada. Os projetos em andamento seguem cada um com seu próprio
nome e seu próprio endereço.
Matriculado na FEEC/Unicamp, sob orientação do Professor Luiz Carlos Kretly, concluindo
a dissertação sobre o uso de UV-C na desinfecção de objetos, a partir da Câmara
Germicida Portátil.
FEEC · Unicamp
Abinfo e Latin Display
Desde 2015 faço parte da Associação Brasileira de Informática, em Campinas, mantida
pela Professora Alaíde Pellegrini Mammana e pelo Professor Carlos Mammana. A Professora
Alaíde dirige o capítulo latino-americano da Society for Information Display e coordena
o Latin Display, maior evento de tecnologia de mostradores da América Latina — onde
participei algumas vezes como palestrante, representando a LedsLife.
desde 2015
Sobre o nome
Existe um grupo artístico homônimo no México, sem qualquer relação com este trabalho.
A marca LedsLife foi registrada por mim no Brasil nas classes 42 e na correspondente a
equipamentos, e está sendo aposentada por escolha própria.
Contato
Consultoria em UVGI e desinfecção por ultravioleta, ou qualquer assunto relacionado aos
projetos deste arquivo:
stasiak@ledslife.com.br.
Para irrigação, escreva pelo site do Aguatudo.
Nada disso teria existido sem o Professor Vitor Baranauskas, que me orientou no DSIF e me
ensinou o que eu precisaria saber sobre ultravioleta muitos anos antes de eu descobrir para
que serviria. E sem a Professora Elisabeth Pelosi, que abriu o laboratório de microbiologia
da FATEC quando eu tinha só uma hipótese e nenhum resultado.